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#ELESIM a reação mais autêntica da história do Brasil



Os chamados artistas da Globo gritam em desespero que ele não, mas as multidões revidam com um retumbante #ELESIM.

Talvez a coisa mais covarde de no Brasil é uma classe que se auto intitulam artistas, mas que não contribuem em nada para a formação cultural do Brasil. Muito pelo contrário, esta classe é dominada pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) de matriz socialista gramsciano, incapaz de cuidar de um museu de relíquias que datam de milênios deixando-o as cinzas. O mesmo Psol cujo deputado mordido de ódio cuspiu no rosto de Jair Bolsonaro. O mesmo Psol, no qual Adélio Bispo, o esfaqueador, foi filiado a tempos atrás. O mesmo Psol que tem levado os universitários a cenas mais bizarras e ridículas as quais os brasileiros tem ânsia de vômito ao presenciar. É este Psol que agora vem falar sem qualquer argumento ou razão que ele não. Como se uma frase que oculta o sujeito e muito menos aponta um caminho fosse o suficiente para calar as multidões.

O tal do #elenao

A frase negativa construída por dois elementos desprovida de um conectivo verbal apenas que dê uma ação ao sujeito pouco significa para as mentes que sabem que ele sim. Talvez a incapacidade deste pseudosartistas reduziram a este deplorável estado mental em que são incapazes de verbalizar o seus sentimentos. Mesmo tendo toda a máquina publicitária, os milhões da Lei Rouanet ao seu dispor e principalmente, o apoio de organismos internacionais complacentes com suas macaquices. No fim, tudo se reduz a uma mera expressão duo silábica antecedida por um simbolo que pouco nos fala sobre a realidade. De fato, o dinheiro público do brasileiro foi jogado na lata do lixo, a lei que era para capitalizar artista com potencial, mas sem acesso a financiamento levou a nossa cultura a era dos neandertal. 

#ELESIM

A reação espontânea de milhões na internet e a criatividade desprovidade de qualquer dinheiro público, leva-me a concluir que o Brasil é a terra dos inversos: pior do que um incapaz ser financiado pelos capazes, é o primeiro achar que fala pelo segundo. O #ELESIM é o maior espetáculo de performance que o Brasil já produziu. Está sendo uma ação desencadeada orgânica e reacionariamente envolvendo mulheres e homens de todos os canto do país. E este movimento tem potencial para se transformar numa espécie de movimento conservador como nunca visto na história brasileira. Pela manhã ouvi uma jornalista da Jovem Pan, Vera Magalhães, reconhecendo que as propagandas eleitorais pouco fizeram nestas eleições, é fato, a força digital ainda é incalculável Donald Trump e Bolsonaro que o digam.

CONCLUSÃO

A turma que cantava Lulalá agora se limitam a uma hastag incipiente, pobre e medíocre. Por outro lado, o #ELESIM está carregado de iniciativas populares, criativas, não orquestradas, apenas direcionada a conservar o país. Ou pelo menos o que sobrou dele.

Daniel Júnior
Editor do Caneta Científica.   





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