Os brasileiros não estão partidarizados, mas movidos pelo amor ao país.
Ontem pelas ruas do Brasil, milhares e milhares de bolsonaristas vestiam o verde-amerelo, camisas de bolsonaro e Olavo de Carvalho. Sim, a bolsonarização chegou para expurgar um monstro que a afligia a trinta anos. O monstro bolivariano se criou nas entranhas brasileiras, estendeu os seus tentáculos as dezenas de países da América latina, e ousava mas sacrar o Brasil com seu ódio. Porém, cinco de suas cabeças foram destruídas nas urnas, ainda questionáveis, de ontem. Os esquerdistas Ciro, Alckmin, Marina, Meireles e Boulos, nem se quer apareceram na foto de 49.275.358 de eleitores conservadores e antipetistas que se enfileiraram na tropa de Jair Bolsonaro.
Monstro Bolivariano
O núcleo duro deste monstro, a cabeça central, está legitimamente representado no candidato (poste) do PT, o especialista em união soviética, Fernando Haddad, os 31.341.839 de nossos irmãos brasileiros que ainda o seguem, precisam ser esclarecidos da realidade deste falso profeta. O monstro bolivariano se move atráves do ativismo judicial, jornalistico e progressista, além de ser ajudado forças globalistas que vem até aqui, no Brasil, depositar seus dólares para garantirem um espaço na amazônia. Já era sabido que somente a Bolsonarização, cuja bandeira é João 8:32, poderia libertar o Brasil das pesadas garras deste mal. Ontem, dia 07 de Outubro, foi o nosso "07 de setembro" do século XXI.
O Confronto Final
Nos próximos vinte dias espectros totalmente opostos ficarão frente-a-frente. De um lado Jair Bolsonaro calcado na verdade, na lisura e no amor a pátria, de outro Fernando Haddad, amante do bolivarianismo, dominador de um forte esquema que dominou a América latina e agora, feito um afogamento, tentará dar o seu último pulso de fôlego. Claro, os brasileiros irão decidir o destino da nação, mas o monstro bolivariano já está na "lona" apenas é preciso segurar firme para que ele se desfaleça.
Daniel Júnior
Editor do Caneta Científica

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