A cruzada de Jair Bolsonaro e a batalha das eleições, elevou os conservadores do Brasil.
Neste momento a esquerda está completamente assustada com a força conservadora brasileira. Não é possível ainda medir o potencial deste movimento para os próximos anos, mas de certo ele se descolou das entranhas de um sistema esquerdista e patrimonialista para sempre.
A cruzada de Jair Messias Bolsonaro
Ainda no século X milhares de comerciantes, mercenários e padres saíam da Europa atravessavam mares e territórios em direção as Índias e ao oriente médio em busca de especiarias. O motivo desse colossal movimento se resume a uma única palavra: SOBREVIVÊNCIA. Não é diferente o que acontece hoje no Brasil envolvendo Jair Bolsonaro e os conservadores. Todos estes estão lutando pela sobrevivência do Brasil diante da destruição que se aproxima sob as rodas da aliança sanguinária entre marxismo, bolivarianismo, socialismo e globalismo. Na figura do Bolsonaro foi possível reunir a indignação com a ironia, a paixão com o patriotismo, e a vontade com a estratégia, diante disso, a esquerda brasileira está com a cabeça inchada sem ter como revidar a altura.
A batalha das eleições
O artista Zéze di Camargo ficou surpreendido como que um homem com um celular pode colocar de joelhos um sistema por inteiro. É claro, que isso somente foi possível porque todo o povo abraçou este coração humilde chamado Jair Bolsonaro que sob a iluminação de Deus vem conduzindo a sua candidatura com total maestria e sabedoria. O engajamento da bolsonarização será estudado por anos e anos no Brasil e a eleição de Bolsonaro significará aquilo que Olavo de Carvalho chamou de " a construção da identidade nacional a partir dos feitos em comum". A batalha das eleições significa exatamente isso a sobrevivência de uma nação que outrora desiludida e perdida sob as hostes globalistas, agora, somente agora, vislumbram a possibilidade de dissipar este mal que nos aflige há anos.
CONCLUSÃO
Sendo assim, AVANTE CONSERVADORES! Vencer esta eleição não se tornou mais questão de meramente eleitoral, mas de sobrevivência diante de um monstro que furiosamente vem se levantando contra nós.
Daniel Júnior
Editor do Caneta Científica

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