Com um linguajar despojado e espontâneo, Jair Bolsonaro influência uma legião de brasileiros que se identificam com suas ideias, e é a isto que chamo de Bolsonarização.
Num artigo, AQUI, descrevi como a mídia brasileira infantilmente catapultou Jair Bolsonaro para o cenário político nacional, ao ponto de colocá-lo de frente para a cadeira presidencial do país. Agora, no desespero de pará-lo, estão apostando em "cavalos errados" como Geraldo Alckimin ou mesmo, alguns em completo estado de loucura, já se entregaram a Marina Silva. Porém, mais uma vez, estão desprezando o que significa Bolsonaro para o povo brasileiro.
O idioma de Bolsonaro
O primeiro ponto é a linguagem bolsonarista. Construída em sentenças desprovidas de gerundismos, Bolsonaro recorre aos pronomes demonstrativos e verbos no participo, quando não no infinitivo, dizendo por exemplo: "você tem que ver esta questão aí" ou "temos que acabar com este assunto, talquei?" e ainda "Sou contra isso tudo, tá bom assim?" Belchior cantava que "Faz tempo que ninguém canta uma canção falando fácil... claro-fácil, claramente... das coisas que acontecem todo dia, em nosso tempo e lugar." Em linguagem cotidiana o discurso político formal jamais encontraria espaços nas rodas de conversas carregadas de piadinhas, porém a linguagem praticada por Bolsonaro, evoca o dia-a-dia, sem o economiquês e o politiquês, atraíndo os ouvidos de todos. E isso, jornalistas e especialistas midiáticos não conseguiram decifrar porquê estão perdidos no "tecnicamente correto".
Quando Jair Bolsonaro se posiciona contra o Estatuto do Desarmamento não está incentivando a violência, como dizem os tais jornalistas, mas legitimando a autodefesa das pessoas de bem do país, que pela ingerência estatal são vítimas de criminosos impunes. O caso "Maria do Rosário" destacado no artigo anterior, AQUI, ganhou repercussão como se Jair Bolsonaro defendesse agressões contra as mulheres. Mas, outra vez, a mídia ignorou que a briga fora iniciada dentro do parlamento brasileiro, uma vez que a deputada petista estava defendendo um determinado estuprador para que o mesmo fosse julgado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o que revoltou Jair Bolsonaro.
Se diante de câmeras e centenas de lentes Bolsonaro levanta uma posição firme sobre uma determinada questão, imediatamente, sem qualquer escrúpulo, jornalistas ludibriam as palavras do candidato com perguntas do tipo: "então você não terá homossexuais em seu governo?" ou "todos lhe chamam de misógeno, racista e homofóbico, como você se sente sobre isso?" A investida ofensiva da imprensa pode ser perfeitamente entendida como uma mistura de remorso, inveja e desespero diante do fenômeno Bolsonaro. O jornalista ganhador do Prêmio Pulitzer Glenn Greenwald chegou a declarar envergonhadamente, após o vexame jornalístico sofrido pelos profissionais da imprensa no Roda Viva, que a mídia brasileira ainda não sabe como abordar Jair Messias Bolsonaro.
O mundo de Bolsonaro
A multidão que carrega Jair Bolsonaro nos braços é formada de pessoas indignadas com a classe dominante no Brasil e que dia após dia são lesadas pelo Estado Brasileiro através de impostos, regulamentações e burocracias inócuas e em sua maioria redundantes. O que a mídia ainda não captou é que o brasileiro não odeia o político simplesmente, ele detesta o político que quer impor a sua vontade sobre a maioria. Foi assim que o agora presidiário Lula da Silva subiu ao poder, demagogicamente se vendendo como uma liderança democrática e no fim descobriu-se uma verdadeira traição ao povo brasileiro.
Podemos atribuir algum resquisto de demagogia também no mundo do Bolsonaro, porém a sua transparência e sinceridade sobrepoe a dos demais candidatos, estes sim, enterrados em demagogias e palavras suavizantes. No mundo de Bolsonaro as redes sociais são vias de mão dupla, fazer uma live sem temer os ataques dos internautas e colocar a cara literalmente a tapa. No mundo de Bolsonaro sair ao encontro de multidões que o aguarda nos portões de desembarque dos aeroportos é dizer a todos que ele está ali, de peito aberto, sem temor e nem vergonha, é ser quem ele é mesmo. Por isso adotou o versículo de João 8: 32 "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará".
CONCLUSÃO
Como diria Belchior "Você fica perdendo o sono, pretendendo ser o dono das palavras, ser a voz do que é novo; e a vida, sempre nova, acontecendo de surpresa, caindo como pedra sobre o povo." O fenômeno da Bolsonarização não é feito de palavras apenas é estar debaixo dessa pedra chamada realidade que está a cair sobre a cabeça do povo.
Daniel Júnior
Bacharel em Administração
Quando Jair Bolsonaro se posiciona contra o Estatuto do Desarmamento não está incentivando a violência, como dizem os tais jornalistas, mas legitimando a autodefesa das pessoas de bem do país, que pela ingerência estatal são vítimas de criminosos impunes. O caso "Maria do Rosário" destacado no artigo anterior, AQUI, ganhou repercussão como se Jair Bolsonaro defendesse agressões contra as mulheres. Mas, outra vez, a mídia ignorou que a briga fora iniciada dentro do parlamento brasileiro, uma vez que a deputada petista estava defendendo um determinado estuprador para que o mesmo fosse julgado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o que revoltou Jair Bolsonaro.
Se diante de câmeras e centenas de lentes Bolsonaro levanta uma posição firme sobre uma determinada questão, imediatamente, sem qualquer escrúpulo, jornalistas ludibriam as palavras do candidato com perguntas do tipo: "então você não terá homossexuais em seu governo?" ou "todos lhe chamam de misógeno, racista e homofóbico, como você se sente sobre isso?" A investida ofensiva da imprensa pode ser perfeitamente entendida como uma mistura de remorso, inveja e desespero diante do fenômeno Bolsonaro. O jornalista ganhador do Prêmio Pulitzer Glenn Greenwald chegou a declarar envergonhadamente, após o vexame jornalístico sofrido pelos profissionais da imprensa no Roda Viva, que a mídia brasileira ainda não sabe como abordar Jair Messias Bolsonaro.
O mundo de Bolsonaro
A multidão que carrega Jair Bolsonaro nos braços é formada de pessoas indignadas com a classe dominante no Brasil e que dia após dia são lesadas pelo Estado Brasileiro através de impostos, regulamentações e burocracias inócuas e em sua maioria redundantes. O que a mídia ainda não captou é que o brasileiro não odeia o político simplesmente, ele detesta o político que quer impor a sua vontade sobre a maioria. Foi assim que o agora presidiário Lula da Silva subiu ao poder, demagogicamente se vendendo como uma liderança democrática e no fim descobriu-se uma verdadeira traição ao povo brasileiro.
Podemos atribuir algum resquisto de demagogia também no mundo do Bolsonaro, porém a sua transparência e sinceridade sobrepoe a dos demais candidatos, estes sim, enterrados em demagogias e palavras suavizantes. No mundo de Bolsonaro as redes sociais são vias de mão dupla, fazer uma live sem temer os ataques dos internautas e colocar a cara literalmente a tapa. No mundo de Bolsonaro sair ao encontro de multidões que o aguarda nos portões de desembarque dos aeroportos é dizer a todos que ele está ali, de peito aberto, sem temor e nem vergonha, é ser quem ele é mesmo. Por isso adotou o versículo de João 8: 32 "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará".
CONCLUSÃO
Como diria Belchior "Você fica perdendo o sono, pretendendo ser o dono das palavras, ser a voz do que é novo; e a vida, sempre nova, acontecendo de surpresa, caindo como pedra sobre o povo." O fenômeno da Bolsonarização não é feito de palavras apenas é estar debaixo dessa pedra chamada realidade que está a cair sobre a cabeça do povo.
Daniel Júnior
Bacharel em Administração

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