Ao que tudo indica, as Eleições de 2018 serão conhecidas como o maior teste de sanidade coletiva da história humana. E tudo que o Brasil não precisava era de um afortunado brincando de política com a nação brasileira.
Além da insanidade de um presidiário querer obrigar o Superior Tribunal Eleitoral a viabilizar a sua candidatura, agora temos um banqueiro brasileiro dizendo entender as necessidades do Brasil. Será que a cor laranja, o rosto limpo, o terno afinado e o linguajar isentivo não ti lembra as empresas de cartão de crédito que povoaram as praças e esquinas das capitais do Brasil no começo do ano 2000?
Aposto que você ou alguém de sua família, infelizmente já foram presas mortais para esta gente que sem escrúpulos empurraram milhões de brasileiros para a vala do submundo dos empréstimos, financiamentos, cheque-especial e em cartões de créditos com juros rotativos de mais de 500% ao ano, com a pseudo promessa de dinheiro fácil. Mas agora com a cara mais lavada, vêm através de uma pregação, termo muita das vezes usado pelo seu paladino, defender uma condição melhor de vida para os brasileiros em nome do livre mercado. De fato, é pra cair o queixo ao ver o tamanho da audácia.
A confusão entre gestão e política na visão de Amoêdo
O candidato João Amoêdo comete erros conceituais e até certo ponto infantis em suas ideias que chega a espantar vindo de um fundador de partido. Aplicar ferramentas gerenciais é diferente de desenvolver política ou, considerando a raiz grega da palavra, conduzir a Pólis. A gestão tem haver com alcançar metas objetivas desprezando os entornos subjetivos que impedem o alcance dos objetivos. Na empresa, por exemplo, quando um funcionário não alcança os resultados esperados este mesmo é demitido independente de seu estado emocional ou situação financeira naquele instante. A política é baseada na conciliação, nos acordos e convencimento. Num artigo anterior, Click Aqui, ofereci uma pequena amostra de uma construção política desenvolvida pelo maior estadista dos últimos cem anos que o ocidente viu, Winston Churchill. O que Churchill deixa sempre transparecer é que o verdadeiro político deve persuadir a nação a seguir o caminho da grandeza e não da mansa submissão.
A confusão entre poderes de um presidente e do legislativo
A função de um Presidente da República é de conduzir a nação. É ele quem representa o povo na comunidade internacional, mas também é quem socorre o povo em suas necessidades. Porém nenhuma ação poderá ser tomada por este presidente sem o amparo de lei e é neste ponto que entre o Congresso Nacional. João Amoêdo tem colocado projetos de governo que parece-me da mais inocência política que se possa imaginar. Reduzir a quantidade de deputados, redirecionar fundos de repasse legal, modificações no sistema de ensino e saúde, além de sinalizar medidas que obrigariam os parlamentares de Brasília a nascerem de novo. A arte da política não tem haver com impor algo que eu acho ser o ideal para a sociedade, mas é a sua capacidade em convencer a sociedade daquilo. Quando Churchill achava que não se deveria negociar com Hitler ele não obrigou os seus ministros a fazê-lo, mas os convenceu apontando o caminho viável.
A confusão política chamada Partido Novo
A confusão política do Novo não se concentra apenas em seu criativo corpo de crença, mas na forma de desenrolar o seu Novo discurso. Amoêdo que ser político, sem sê-lo, quer envolver na política sem envolver, quer falar de política sem falar e nesta linha de raciocínio provavelmente quer ser governo sem governar. Ser governo significa organizar uma determinada unidade política e esta organização não tem nada haver com a administração ou gestão das competências, mas o exercício de poder. O Novo não está, nestas eleições, em busca do poder, mas em busca de plantar ideias e enigmas político-econômicas nas mentes dos brasileiros, resta saber por qual motivo. Aliás eu saberia dizer, mas de certo sereia taxado de profeta da teoria da conspiração.
CONCLUSÃO
Não existe outro caminho para o Brasil sair do buraco senão pela dolorosa via da política. Não falo do voto, mas de um engajamento político no qual todos os brasileiros se dediquem tempo de suas vidas a ESTUDAR o que vem a ser a política ou do grego politikos.
Daniel Júnior
Bacharel em Administração
Aposto que você ou alguém de sua família, infelizmente já foram presas mortais para esta gente que sem escrúpulos empurraram milhões de brasileiros para a vala do submundo dos empréstimos, financiamentos, cheque-especial e em cartões de créditos com juros rotativos de mais de 500% ao ano, com a pseudo promessa de dinheiro fácil. Mas agora com a cara mais lavada, vêm através de uma pregação, termo muita das vezes usado pelo seu paladino, defender uma condição melhor de vida para os brasileiros em nome do livre mercado. De fato, é pra cair o queixo ao ver o tamanho da audácia.
A confusão entre gestão e política na visão de Amoêdo
O candidato João Amoêdo comete erros conceituais e até certo ponto infantis em suas ideias que chega a espantar vindo de um fundador de partido. Aplicar ferramentas gerenciais é diferente de desenvolver política ou, considerando a raiz grega da palavra, conduzir a Pólis. A gestão tem haver com alcançar metas objetivas desprezando os entornos subjetivos que impedem o alcance dos objetivos. Na empresa, por exemplo, quando um funcionário não alcança os resultados esperados este mesmo é demitido independente de seu estado emocional ou situação financeira naquele instante. A política é baseada na conciliação, nos acordos e convencimento. Num artigo anterior, Click Aqui, ofereci uma pequena amostra de uma construção política desenvolvida pelo maior estadista dos últimos cem anos que o ocidente viu, Winston Churchill. O que Churchill deixa sempre transparecer é que o verdadeiro político deve persuadir a nação a seguir o caminho da grandeza e não da mansa submissão.
A confusão entre poderes de um presidente e do legislativo
A função de um Presidente da República é de conduzir a nação. É ele quem representa o povo na comunidade internacional, mas também é quem socorre o povo em suas necessidades. Porém nenhuma ação poderá ser tomada por este presidente sem o amparo de lei e é neste ponto que entre o Congresso Nacional. João Amoêdo tem colocado projetos de governo que parece-me da mais inocência política que se possa imaginar. Reduzir a quantidade de deputados, redirecionar fundos de repasse legal, modificações no sistema de ensino e saúde, além de sinalizar medidas que obrigariam os parlamentares de Brasília a nascerem de novo. A arte da política não tem haver com impor algo que eu acho ser o ideal para a sociedade, mas é a sua capacidade em convencer a sociedade daquilo. Quando Churchill achava que não se deveria negociar com Hitler ele não obrigou os seus ministros a fazê-lo, mas os convenceu apontando o caminho viável.
A confusão política chamada Partido Novo
A confusão política do Novo não se concentra apenas em seu criativo corpo de crença, mas na forma de desenrolar o seu Novo discurso. Amoêdo que ser político, sem sê-lo, quer envolver na política sem envolver, quer falar de política sem falar e nesta linha de raciocínio provavelmente quer ser governo sem governar. Ser governo significa organizar uma determinada unidade política e esta organização não tem nada haver com a administração ou gestão das competências, mas o exercício de poder. O Novo não está, nestas eleições, em busca do poder, mas em busca de plantar ideias e enigmas político-econômicas nas mentes dos brasileiros, resta saber por qual motivo. Aliás eu saberia dizer, mas de certo sereia taxado de profeta da teoria da conspiração.
CONCLUSÃO
Não existe outro caminho para o Brasil sair do buraco senão pela dolorosa via da política. Não falo do voto, mas de um engajamento político no qual todos os brasileiros se dediquem tempo de suas vidas a ESTUDAR o que vem a ser a política ou do grego politikos.
Daniel Júnior
Bacharel em Administração

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